Um servidor público, ao se deparar com um colega que pegou um objeto pertencente à repartição sem autorização, justifica a ação como compreensível devido à amizade entre eles, argumentando que a ética profissional permite flexibilizações em relações pessoais. Essa justificativa, no entanto, contraria os princípios éticos fundamentais que regem a conduta no serviço público, os quais demandam imparcialidade e respeito ao patrimônio coletivo.