Um cidadão brasileiro, ao tentar registrar seu filho em uma escola pública, foi informado de que a vaga seria destinada a outro aluno com base em critérios que não a ordem de chegada ou o mérito acadêmico, mas sim em uma suposta necessidade de 'equilíbrio racial' na instituição. A situação gerou controvérsia sobre a aplicação de políticas de ação afirmativa e a interpretação da legislação pertinente.