A neurociência da reabilitação evidencia que a plasticidade neural constitui fenômeno dependente da intensidade, especificidade e contexto das intervenções fisioterapêuticas (Nudo,2013; Kleim & Jones,2015). Protocolos de realidade virtual e robótica assistiva demonstraram ganhos estatisticamente significativos em metanálises (Mehrholz et al.,2020), mas tais benefícios mostram-se heterogêneos quando dissociados de exercícios orientados por tarefa. Nesse cenário, qual alternativa traduz com maior rigor a concepção atual sobre plasticidade neural em reabilitação pós-AVC?