A caquexia tumoral é caracterizada por resposta inflamatória sistêmica persistente, resistência anabólica e alterações metabólicas complexas, incluindo ativação da via IDO (indoleamina-2,3- dioxigenase) com catabolismo aumentado de triptofano e disfunção imunológica. Diretrizes internacionais (ESPEN,2021; Fearon et al.,2017; Prado et al.,2020) reforçam que a intervenção nutricional deve ser precoce, multimodal e associada à terapêutica oncológica e exercício físico. Ainda assim, práticas divergentes persistem na clínica. Considerando esse cenário, qual estratégia nutricional reflete de modo mais fidedigno as recomendações atuais?