A leucoplasia é considerada pela OMS uma lesão potencialmente maligna, cuja transformação carcinomatosa relaciona-se a fatores clínicos, histológicos e moleculares. Estudos recentes (Warnakulasuriya,2020) destacam biomarcadores de proliferação celular e alterações genéticas específicas. Qual proposição é mais consistente com as evidências atuais sobre risco de progressão?