Um assistente social que atua no sistema sociojurídico precisa elaborar um relatório social para subsidiar a decisão judicial em um caso de guarda compartilhada. O relatório deve apresentar uma análise aprofundada da dinâmica familiar, das condições de cada genitor e do bem-estar da criança, com base em observações, entrevistas e visitas domiciliares. O profissional deve pautar sua atuação nos princípios éticos e legais da profissão, garantindo a imparcialidade e a objetividade.