Em um cenário de terapia intensiva, a monitorização contínua dos sinais vitais, a avaliação rigorosa do estado hemodinâmico e a intervenção rápida diante de alterações são pilares fundamentais para a estabilização do paciente crítico, exigindo da equipe de enfermagem conhecimento técnico-científico aprofundado e capacidade de tomada de decisão.