Durante o século XIX no Brasil, a educação física, ainda incipiente no ambiente escolar, enfrentava resistência por ser vista como mera atividade de lazer. Essa percepção limitava o reconhecimento de seu potencial para o desenvolvimento integral dos estudantes. A Reforma Coto Ferraz, um marco inicial, buscou estabelecer as primeiras práticas corporais de forma obrigatória nas escolas da corte, embora ainda com uma visão predominantemente voltada para a ginástica.