Em medicina nuclear, a realização de um PET-CT (Tomografia por Emissão de Pósitrons acoplada à Tomografia Computadorizada) envolve a administração de radiofármacos que emitem pósitrons, cujas aniquilações geram fótons gama detectados pelo PET, e a aquisição de imagens anatômicas pelo CT, exigindo protocolos específicos para otimização da dose e qualidade diagnóstica.