Em uma unidade de terapia intensiva, a comunicação eficaz entre médicos, enfermeiros, fisioterapeutas e outros profissionais de saúde é crucial para a segurança do paciente e a qualidade do atendimento. Durante uma discussão sobre o plano terapêutico de um paciente com sepse, surge um desacordo sobre a necessidade de iniciar um novo antibiótico de amplo espectro. O fisioterapeuta defende a manutenção do esquema atual, enquanto o médico intensivista sugere a troca. Assinale a alternativa que melhor descreve a abordagem para resolver este impasse, promovendo a interprofissionalidade.