Um paciente com sequela de paralisia cerebral espástica apresenta hemiparesia espástica à direita, com comprometimento da marcha, do equilíbrio e da coordenação motora. O fisioterapeuta, ao planejar a intervenção, considera a necessidade de melhorar a fluidez dos movimentos, a estabilidade postural e a capacidade de realizar tarefas que exijam coordenação bimanual. A abordagem terapêutica deve ser direcionada para otimizar o controle motor e a funcionalidade.