Um órgão da prefeitura de Santos, ao contratar serviços de terceiros, optou por um processo de seleção que não envolveu um concurso público, alegando que se tratava de uma contratação temporária para atender a uma necessidade excepcional. Contudo, a natureza do serviço e a sua continuidade sugerem uma relação mais permanente. Com base nos princípios da Administração Pública, qual a consequência jurídica dessa escolha?