Durante uma reunião de equipe em um hospital público de Santos, discute-se a alocação de um leito de UTI para dois pacientes em estado crítico, ambos com prognóstico reservado, mas com diferentes histórias clínicas e sociais. Um dos pacientes é um jovem com histórico de dependência química e o outro é um idoso com poucas chances de recuperação completa. A equipe médica e de ética se depara com um dilema complexo.