Em uma pesquisa sobre representações midiáticas de comunidades periféricas brasileiras, uma analista observa que determinadas narrativas televisivas, cinematográficas e jornalísticas articulam sistematicamente os moradores investigados a atributos depreciativos, folclorização cultural e associação recorrente com violência e marginalidade. Acerca da interpretação analítica do fenômeno descrito, podemos afirmar que: