Ao discutir os indicadores de pobreza do estado, uma analista observa que as taxas dependem da linha de rendimento adotada e que, internacionalmente, essas linhas foram revisadas, alterando comparações. A analista acrescenta, com base em Amartya Sen, que a renda é um meio, não um fim, e que a pobreza é melhor compreendida como a privação das capacidades reais de uma pessoa levar a vida que tem razões para valorizar. A consequência teórica e metodológica desse argumento para a mensuração da pobreza é a de que: