Uma enfermeira, ao final de seu turno em uma unidade de terapia intensiva, precisa descartar materiais como seringas, luvas contaminadas e compressas cirúrgicas. A correta segregação e acondicionamento desses resíduos são etapas cruciais para evitar acidentes de trabalho e a disseminação de infecções. A RDC nº 222/2018, que dispõe sobre o gerenciamento de resíduos nos serviços de saúde, estabelece diretrizes claras para essas práticas.