Uma gestante de 38 semanas, com histórico de pré-eclâmpsia leve controlada, chega à maternidade referindo diminuição dos movimentos fetais e dor abdominal intensa há cerca de 2 horas. Ao exame, apresenta pressão arterial de 170/110 mmHg, edema generalizado e sangramento vaginal discreto. O monitoramento fetal mostra desacelerações graves. O quadro clínico é sugestivo de uma emergência obstétrica com potencial sofrimento fetal agudo e descompensação da pré-eclâmpsia. Qual a conduta imediata mais indicada para esta paciente?