Em um debate sobre a evolução da proteção à infância e adolescência no Brasil, discute-se a mudança de paradigma que ocorreu com a Constituição Federal de 1988 e o posterior Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Antes, a abordagem era focada na 'situação irregular', tratando crianças e adolescentes como objetos de intervenção estatal. Atualmente, a perspectiva é a da 'proteção integral'.