Uma criança de 8 anos, diagnosticada com paralisia cerebral tetraplégica espástica, apresenta dificuldades significativas na alimentação, deglutição e controle postural. A equipe multiprofissional busca otimizar as intervenções para promover a independência funcional e prevenir complicações secundárias. O fisioterapeuta, ao avaliar a criança, identifica padrões tônicos alterados e limitações nos movimentos voluntários.