A expansão urbana desordenada em muitas metrópoles brasileiras tem gerado graves problemas ambientais e sociais. A ocupação de áreas de risco, como encostas e margens de rios, aliada à impermeabilização excessiva do solo e à falta de saneamento básico, agrava situações de enchentes, deslizamentos e poluição hídrica, afetando diretamente a qualidade de vida das populações mais vulneráveis.