Um agente de segurança pública, durante uma abordagem a um indivíduo em flagrante delito que resiste à prisão e demonstra intenção de fuga, precisa empregar medidas para conter a situação. A atuação do agente deve seguir diretrizes que garantam a eficácia da ação sem comprometer os direitos fundamentais do abordado. Nesse contexto, a aplicação de técnicas de imobilização e contenção física deve ser pautada por critérios objetivos e legais.