Um atleta de 22 anos procurou atendimento fisioterapêutico com queixa de dor persistente na região posterior da coxa e dificuldade para realizar corridas em alta velocidade. Após avaliação detalhada, identificou-se uma provável lesão muscular nos isquiotibiais, com repercussões na biomecânica da marcha e na eficiência da propulsão durante a corrida.