Após um ano de prestação de serviços ininterruptos, uma empregada solicitou a concessão de suas férias. A empresa, por sua vez, argumentou que, devido à necessidade de continuidade da produção, não seria possível conceder as férias no período desejado pela trabalhadora, propondo, em vez disso, o pagamento em dobro da remuneração referente ao período. A empregada questiona a legalidade dessa proposta.