A equipe de saúde mental de um posto de saúde em Bariri (SP) percebe um aumento significativo no número de crianças e adolescentes sendo encaminhadas para diagnóstico de Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) e Transtorno Opositor Desafiador (TOD). Muitos desses diagnósticos são feitos com base em comportamentos considerados 'difíceis' ou 'desafiadores' em ambiente escolar e familiar, sem uma investigação aprofundada das condições sociais e pedagógicas. Diante desse cenário, qual crítica fundamental a equipe deve considerar sobre a medicalização e patologização?