Uma psicóloga que atua em um Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) atende frequentemente famílias em situação de vulnerabilidade social. Durante as sessões, ela se depara com relatos de comportamentos que poderiam ser interpretados como patológicos, mas que, em seu entendimento, são reações esperadas às condições adversas vivenciadas. Ela se preocupa em não rotular ou medicalizar essas respostas, buscando estratégias de intervenção que considerem o contexto social e promovam o fortalecimento dos indivíduos e da comunidade.