Nos estudos sobre desigualdade social, inclusão e garantia de direitos no contexto das políticas públicas de saúde, o conceito de branquitude, conforme sistematizado por Lia Vainer Schucman (2014), é fundamental para compreender como o racismo estrutural opera como forma de violência, negligência e exclusão social, produzindo iniquidades no acesso ao cuidado.

De acordo com essa perspectiva e as diretrizes de equidade do SUS para o enfrentamento das vulnerabilidades e do racismo institucional, é correto afirmar que: