Um servidor público recém-admitido em um município baiano demonstra insegurança quanto à natureza das prerrogativas que a Administração Pública possui para a execução de suas atividades. Ele questiona se a Administração pode agir de forma arbitrária ou se suas ações são sempre pautadas por regras. O superior imediato, ao explicar o tema, ressalta que a Administração possui um conjunto de faculdades que lhe permitem agir e se impor perante os administrados, mas que essas faculdades não são ilimitadas e nem sempre discricionárias.