O servidor público João, ao se deparar com uma situação que envolve a distribuição de um benefício social, sente-se tentado a favorecer um amigo pessoal, agindo de forma a burlar os critérios estabelecidos em regulamento. Ele acredita que sua amizade e a necessidade do amigo justificam tal ato, mesmo sabendo que isso contraria as normas e a imparcialidade esperada de sua função.