Durante o período colonial brasileiro, a educação era predominantemente restrita a uma elite e fortemente influenciada pela Igreja Católica, com o objetivo principal de formar clérigos e preparar a elite para funções administrativas e religiosas. A instrução formal era escassa e voltada para poucos, refletindo a estrutura social e política da época. Com a chegada da família real e a posterior independência, houve um lento processo de expansão e secularização do ensino, mas a universalização e a equidade permaneceram desafios.