Uma professora da rede municipal de Teotônio Vilela (AL) observa que alguns de seus alunos, ao iniciarem o processo de alfabetização, demonstram concepções próprias sobre como as letras e as palavras funcionam. Alguns escrevem seus nomes com poucas letras, outros misturam letras e números, e há quem acredite que a escrita é uma simples cópia de sons. A educadora busca compreender essas diferentes hipóteses para orientar o processo de apropriação da escrita de forma mais eficaz.