Um paciente com epilepsia refratária ao tratamento convencional está em acompanhamento ambulatorial e apresenta níveis séricos de um anticonvulsivante que oscilam significativamente, apesar da adesão rigorosa à posologia prescrita. O médico suspeita de uma janela terapêutica estreita para o fármaco e considera a necessidade de monitorar os níveis plasmáticos para ajustar a dose e minimizar os efeitos adversos, que incluem tontura e ataxia.