Um servidor público municipal de Montenegro, após cinco anos de efetivo exercício em cargo efetivo, solicitou licença para tratar de interesses particulares, sem remuneração, com duração de três anos. A chefia imediata, ao analisar o pedido, levantou dúvidas sobre a legalidade da concessão, considerando o tempo de serviço e as disposições legais aplicáveis à matéria.