Um profissional de saúde, ao atender um paciente com sintomas sugestivos de sífilis, sente-se desconfortável em discutir a doença abertamente com o indivíduo, receoso de julgamentos ou de expor a intimidade do paciente. Essa hesitação pode comprometer a adesão ao tratamento e a prevenção da transmissão. Qual princípio ético fundamental deve nortear a conduta do profissional neste cenário?