Um paciente apresenta delírios persecutórios e alucinações auditivas persistentes, sendo diagnosticado com esquizofrenia paranoide. O psicólogo, ao intervir nesse caso, deve atuar com responsabilidade, utilizando conhecimentos e práticas psicológicas validadas cientificamente, e evitar qualquer ação que possa ser interpretada como indução de convicções políticas, filosóficas, morais, ideológicas, religiosas ou de qualquer tipo de preconceito, zelando pela dignidade do paciente.