Um servidor público federal, ao gerenciar os bens da União sob sua responsabilidade, percebe que um bem móvel de valor considerável está sem uso e em bom estado de conservação. Ele, então, decide subtrair o bem para si, com a intenção de revendê-lo posteriormente e obter lucro. A conduta do servidor, ao se apropriar indevidamente de um bem público, configura crime contra o patrimônio.