A expansão urbana desordenada em muitas cidades brasileiras tem levado à ocupação de áreas de risco, como encostas e margens de rios. Essa ocupação aumenta a vulnerabilidade da população a desastres naturais, como deslizamentos e inundações, que são agravados pelas mudanças climáticas e pela impermeabilização do solo em áreas centrais. A gestão pública enfrenta o desafio de conciliar o crescimento das cidades com a segurança e a sustentabilidade ambiental.