Ao elaborar um programa de exercícios para um indivíduo com doença arterial coronariana, o profissional de Educação Física não dispõe de resultados de teste de esforço que permitam identificar os limiares fisiológicos ou a frequência cardíaca associada à isquemia.
Segundo as recomendações atuais do ACSM (2025), a intensidade do treinamento aeróbio deve ser ajustada prioritariamente com base em