Uma equipe de saúde, ao atender um paciente idoso com múltiplas comorbidades, discute o plano terapêutico. O paciente, lúcido e orientado, expressa claramente o desejo de não ser submetido a um procedimento invasivo que, embora com potencial de prolongar a vida, pode reduzir drasticamente sua qualidade de vida. Um dos membros da equipe, com base em seus princípios religiosos, insiste na realização do procedimento, argumentando que a vida é sagrada e deve ser preservada a qualquer custo. A equipe precisa decidir como proceder, considerando os princípios éticos que regem a prática profissional.