Ao trabalhar um esporte coletivo, um professor percebe que os estudantes reproduzem modelos de desempenho vistos no esporte de alto rendimento e excluem colegas considerados pouco habilidosos. Ele modifica as regras, promove experiências alternativas do jogo e conduz debates sobre competição, desempenho e padrões divulgados pela mídia, incentivando os estudantes a analisar criticamente essas influências e construir outras formas de participação. Essa intervenção aproxima-se da perspectiva crítico-emancipatória porque: