Uma psicóloga clínica atende uma adolescente de 15 anos encaminhada pelos pais devido a sintomas de ansiedade e conflitos familiares intensos. Após algumas sessões, a adolescente revela sentir-se desconfortável com constantes discussões em casa e pede à psicóloga que determinadas informações compartilhadas em sessão não sejam relatadas aos pais, afirmando temer represálias e piora dos conflitos familiares. Os pais, por sua vez, solicitam reunião urgente, alegando que, por serem responsáveis legais, têm direito de saber “tudo o que a filha fala nas sessões”.

Considerando o Código de Ética Profissional do Psicólogo e os princípios técnicos relativos ao atendimento de adolescentes, é correto afirmar: