Em um ambulatório infantojuvenil, uma psicóloga acompanha uma criança de 11 anos encaminhada pela escola devido a dificuldades persistentes de adaptação escolar e conflitos interpessoais. Após oito sessões de acompanhamento psicológico, a mãe solicita um documento para apresentar à escola, a fim de subsidiar estratégias pedagógicas e justificar determinadas dificuldades observadas em sala de aula. A profissional decide elaborar um relatório psicológico, descrevendo o contexto do atendimento, observações clínicas e recomendações compatíveis com a demanda apresentada.

Considerando a Resolução CFP n° 06/2019, quanto à elaboração de documentos psicológicos, a psicóloga deve ter em mente que