Uma psicóloga escolar realiza avaliação de um menino de 10 anos encaminhado devido a dificuldades persistentes de rendimento acadêmico e queixas de comportamento “desatento”. Segundo os pais, desde os primeiros anos do ensino fundamental a criança apresenta dificuldade para manter atenção em atividades longas, esquece materiais escolares, perde objetos e deixa tarefas inacabadas frequentemente. Os professores relatam que ele parece não escutar instruções completas, distrai-se facilmente e demonstra inquietação motora, levantando-se repetidamente da cadeira durante as aulas. Apesar disso, consegue permanecer longos períodos concentrado em jogos eletrônicos e atividades de interesse específico. Não há evidências de deficiência intelectual, alterações sensoriais ou transtornos neurológicos conhecidos.

Quanto à hipótese de transtorno do déficit de atenção/hiperatividade (TDAH), nesse caso, é correto afirmar que