Em um ambulatório de saúde mental, uma psicóloga avalia um adolescente de 16 anos encaminhado pelos pais devido a mudanças comportamentais progressivas nos últimos oito meses. Segundo relato familiar, o jovem passou a gastar longos períodos verificando repetidamente portas, mochila e materiais escolares antes de sair de casa, demonstrando intensa angústia quando interrompido. Refere pensamentos recorrentes e indesejados de que algo ruim possa acontecer à mãe caso não realize determinadas verificações “da maneira certa”. O adolescente reconhece que tais pensamentos parecem excessivos, mas afirma sentir forte ansiedade e dificuldade em resistir aos comportamentos repetitivos. O quadro vem causando atrasos frequentes e prejuízo significativo na rotina escolar.

Com base nos critérios diagnósticos atuais, é correto afirmar que