Em uma enfermaria oncológica pediátrica, um adolescente de 16 anos apresenta progressão irreversível da doença, refratária ao tratamento curativo. Embora a equipe médica reconheça a terminalidade, alguns profissionais evitam conversar diretamente sobre piora clínica, passam a reduzir o tempo das visitas ao quarto e frequentemente utilizam expressões vagas como “vamos continuar tentando”. A mãe insiste que o filho “não pode perder a esperança”, enquanto o adolescente passou a perguntar à psicóloga hospitalar se “as pessoas percebem quando não vai dar mais”. Em reunião interdisciplinar, parte da equipe defende evitar conversas sobre morte para “não destruir emocionalmente” o paciente e a família.

Com base na literatura sobre morte no contexto hospitalar, é correto afirmar que