Durante o atendimento a um usuário da Rede de Atenção
Psicossocial (RAPS), a equipe de uma unidade de saúde
defende sua internação psiquiátrica prolongada com base no
argumento de que “pessoas em sofrimento mental
representam risco permanente à sociedade”. A família,
pressionada pelo estigma social, reforça a necessidade de
afastamento do convívio comunitário. Diante dessa situação,
assinale a análise profissional mais coerente com a direção
ético-política do Serviço Social, conforme publicação
“Assistente Social no combate ao preconceito. Discriminação
contra a população usuária da saúde mental” (CFESS, 2022):