Brites & Barroco (2022) apontam que “o avanço das
demandas institucionais conservadoras dirigidas ao trabalho
da (o) assistente social ocorre num contexto de precarização
das condições de trabalho, de enxugamento das equipes, de
ataques ao funcionalismo público, de desregulamentação e
inseguranças nas relações contratuais, de superexploração,
de fragmentação, de desigualdades salariais e de vínculos
empregatícios e de gerencialismo” (p.230). No que tange ao
gerencialismo, as autoras afirmam que ele é