Barroco & Terra (2012) discorrem sobre a necessidade de
consciência ética e responsabilidade por parte das/os
profissionais em relação aos usuários afirmando que: “A rotina
cotidiana oculta diferentes faces do desrespeito sofrido pelos
usuários nas triagens, nas entrevistas, nas idas e vindas em
várias instituições, até ser atendido, na invasão de sua
privacidade, na moralização de suas atitudes. Muitas vezes,
mergulhado na rotina institucional, o profissional não percebe
que está impedindo ou limitando o acesso aos direitos, de
forma direta ou indireta. Aparentemente, na lógica da
hierarquia institucional e da fragmentação que perpassa pelas
relações dos diferentes profissionais que nela atuam, a
responsabilidade de cada profissional termina quando um
caso atendido é passado para outro profissional” (p.80/1).
Sobre essas questões, as autoras consideram que a/o
assistente social deve, dentre outras ações,