Eurico (2018) afirma que o “racismo institucional se expressa
no modo como as instituições estabelecem suas diretrizes
gerais, as relações de poder, como são reproduzidas ações
pragmáticas, sustentadas pelo mito da democracia racial, e
as(os) profissionais precisam se apropriar do debate para que
consigam fortalecer a resistência diante dessas estruturas de
poder, inclusive no estabelecimento das relações
interpessoais, que sofrem interferências institucionais, sendo
que em várias situações a atitude individual extrapola os
limites institucionais, desconsiderando princípios
fundamentais baseados na ética e no respeito ao outro”
(p.524). Para enfrentar o racismo institucional no cotidiano
profissional, a autora assinala que é fundamental à/ao
assistente social