Dimenstein (2000), ao analisar a cultura profissional do
psicólogo no Brasil, aponta que a transposição do modelo
clínico liberal privatista para o campo da assistência pública à
saúde gera uma série de impasses estruturais e operacionais.
Essa translação acrítica de saberes e práticas frequentemente
resulta na baixa eficácia terapêutica e em elevados índices de
abandono do tratamento por parte dos usuários das classes
populares.
Considerando o referencial teórico e antropológico mobilizado pela autora para explicar esse fenômeno, o principal fator determinante para o desencadeamento desses impasses no serviço público reside na
Considerando o referencial teórico e antropológico mobilizado pela autora para explicar esse fenômeno, o principal fator determinante para o desencadeamento desses impasses no serviço público reside na