Durante o acompanhamento de um estudante com cegueira em fase de consolidação da alfabetização, a professora de Braille observa que a criança estabelece adequadamente as relações entre sons e letras, mas realiza trocas sistemáticas ao escrever com reglete convencional e punção. Confunde frequentemente configurações espelhadas, como a letra “e” — pontos 1 e 5 — com a letra “i” — pontos 2 e 4 — e a letra “d” — pontos 1, 4 e 5 — com a letra “f” — pontos 1, 2 e 4.

Considerando a orientação espacial exigida pela escrita com reglete convencional, realizada da direita para a esquerda, a intervenção pedagógica mais adequada é